.: Blog da Juventude Pró-Serra :.

”Dá para limpar bastante a política”, diz Serra.

setembro 21, 2009 · Deixe um comentário

Durante palestra em Salvador, tucano usou sua administração como exemplo a ser replicado no País

Em palestra ontem, na Associação Comercial da Bahia, em Salvador, o governador José Serra – virtual candidato à Presidência da República pelo PSDB – fez duras críticas ao que chamou de “furor fisiológico” do governo federal e, usando como exemplo sua administração em São Paulo, disse que “dá para limpar bastante a política”.

“Quando assumi, muita gente dizia: “você não vai conseguir administrar o Estado sem lotear cargos na Assembleia Legislativa”, mas nós fizemos”, afirmou Serra. E fez uma analogia com o Rio Tietê. “Entrou no Rio Tietê, hoje, você pega doença, mas eu acho que dá para despoluir o rio, entrar na água sem pegar doença. Beber a água já seria um exagero. Mas dá para limpar bastante a política brasileira. Isso ajudaria muito nosso futuro.”

Segundo o governador, ninguém na Assembleia Legislativa de São Paulo pode dizer hoje que está sendo tratado desigualmente.”Quando todo mundo é tratado igual, é mais fácil fazer política”, argumentou.

De acordo com Serra, esse modelo poderia ser replicado no País. “É possível fazer isso no Brasil, frear esse furor fisiológico de loteamento, de uso de máquina e tudo mais”, comentou. “Em São Paulo, por exemplo, não existe indicação política para diretorias de empresas, só indicações técnicas.”

ECONOMIA

Serra foi convidado, pela Fundação Instituto Miguel Calmon de Estudos Sociais e Econômicos (Imic), para falar sobre perspectivas econômicas para a Bahia e o Nordeste. Aproveitou a situação para comentar a atuação do gerenciamento macroeconômico no País. “A partir da década de 1980, o Brasil entrou numa trajetória de semiestagnação econômica, que continua até hoje”, avaliou.

“Estou convencido de que o Brasil não está na trajetória de crescimento por erro e quando a gente identifica que os problemas do Brasil são frutos de equívocos, de incompetência, a gente fica mais otimista”, afirmou. Mais uma vez, o governador paulista disse não estar em campanha e, mesmo com perguntas da plateia sobre a hipótese de ser presidente, se limitou a responder evasivamente, falando sobre atuação nas áreas da saúde, educação e segurança pública no governo paulista.

MULHER É MELHOR

Pouco antes da palestra, Serra deu uma entrevista à TV Itapoan, retransmissora da Rede Record em Salvador, na qual afirmou que “as mulheres são melhores” – aparentemente sem lembrar que pelo menos dois de seus possíveis adversários na corrida presidencial são do sexo feminino – a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e a senadora Marina Silva (PV-AC).

A declaração foi dada quando o governador falava sobre segurança pública. Ele disse, por exemplo, que em formaturas da polícia as mulheres quase sempre pegam os primeiros lugares. “Mulher é durona, quer cumprir a lei e proteger a comunidade”, elogiou.
 
Do Estado de S. Paulo

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

‘Aécio é meu plano B e eu, o plano B dele’, diz Serra

setembro 17, 2009 · Deixe um comentário

http://br.noticias.yahoo.com/s/15092009/25/politica-aecio-plano-b-plano-b.html
Os dois pré-candidatos do PSDB à Presidência deram sequência hoje em São Paulo à sessão de afagos iniciada ontem com juras de apoio mútuo em 2010. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, almoçou com o colega paulista, José Serra, no Palácio dos Bandeirantes. Arrematou a visita à Capital com uma participação relâmpago em um evento oficial de Serra, na sede do governo, diante de uma plateia de 300 pessoas – quase uma centena delas prefeitos paulistas.
 
“O Aécio é meu plano B e eu sou o plano B do Aécio. Infeliz daquele que não tem plano B”, afirmou Serra, entre sorrisos. Do lado do PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, aparece como única alternativa do partido para a sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva.
Quando Aécio foi questionado, em entrevista coletiva, sobre que motivos o fariam desistir da disputa pela Presidência, Serra antecedeu-se ao mineiro: “Eu sou contra o Aécio desistir.” Segurando o pulso e levantando o braço direito de Aécio, o paulista completou: “Um vai erguer o braço do outro, qualquer que seja a decisão tomada.” Aécio acabou por não responder à pergunta.
Todo o esforço do mineiro foi para mostrar-se alinhado com Serra. “Nós temos uma enorme afinidade e uma fraterna amizade, para descontentamento de alguns”, disse Aécio. “Nem eu nem Serra impomos qualquer coisa, até porque sabemos que candidaturas impostas não têm um desfecho feliz.” Em 2002 e 2006, após rusgas internas no PSDB para a escolha do presidenciável, os candidatos tucanos saíram derrotados das urnas. Para Aécio, ele e Serra têm “perfis distintos”, mas os mesmos objetivos para o País.
Críticas – Exemplo da afinação entre eles foram as críticas ao governo Lula na questão fiscal. Apesar de negarem a liderança de um movimento organizado, Serra e Aécio têm, nos últimos dias, atacado a proposta de Orçamento enviado pela União ao Congresso, por não prever o ressarcimento aos Estados exportadores pelas perdas com as isenções de impostos previstas pela Lei Kandir.
“É uma volúpia fiscal jogar a totalidade das perdas das exportações em cima das costas de Estados e municípios, que são unidades da Federação sem capacidade de emitir papéis para se endividar”, reclamou Serra.
Segundo Aécio, durante a administração do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a União devolvia até 50% das perdas, mas, no governo Lula, esse porcentual caiu para 17%. “Agora o governo não quer colocar um real sequer.” A proposta orçamentária do governo Lula para 2010 aguarda votação no Congresso Nacional.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

Serra avalia seu bom desempenho em pesquisa.

setembro 10, 2009 · Deixe um comentário

De Flávio Freire, em O Globo:

O governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato à Presidência pelo PSDB, disse que seu desempenho na pesquisa CNT/Sensus, na qual lidera a corrida sucessória em todos os cenários, é resultado de uma avaliação positiva sobre a sua performance na vida pública.

Sem resistir ao assunto – ao contrário das vezes em que chegou a encerrar entrevistas quando jornalistas falavam sobre eleição -, Serra chegou a fazer uma auto-avaliação a respeito de sua imagem, alegando que tem boa penetração em todas as regiões do Brasil. Ao mesmo tempo, o tucano frisou que seu nome aparece na corrida contra sua vontade:

- Eles (os pesquisadores) é que colocam meu nome, mas volto a repetir que meu trabalho fundamental é no governo de São Paulo. Não estou voltado para a campanha eleitoral, não é hora para isso. Agora, o pessoal faz pesquisa, põe nomes e o meu nome aparece na frente. Fico satisfeito. Não porque isso faça parte da campanha, mas porque é uma avaliação positiva no Brasil inteiro do meu desempenho na vida pública – disse ele, durante evento que divulgava números sobre a aplicação da lei antifumo em São Paulo.

- Essa avaliação positiva existe em todas as regiões do Brasil. Para mim, é muito gratificante, sinceramente – completou.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

Por dentro da pesquisa.

setembro 10, 2009 · Deixe um comentário

Num eventual segundo turno com o tucano José Serra, a ministra Dilma Rousseff caiu.
* 49,9% votariam em José Serra (eram 49,7% em maio).
* 25% votariam em Dilma (eram 28,7% em maio).
Dilma x Aécio no segundo turno
* 35,8% votariam em Dilma (eram 39,4% em maio).
* 26% votariam em Aécio (eram 25,9% em maio).
Serra x Ciro Gomes no segundo turno
* 51,5% votariam em Serra (eram 51,8% em maio).
* 16,7% votariam em Ciro (eram 16,7% em maio).
Ciro x Aécio no segundo turno
* 30,1% votariam em Ciro (eram 34,1% em maio).
* 24,2% votariam em Aécio (eram 27,9% em maio).
Serra x Antônio Palocci no segundo turno
* 54,8% votariam em Serra.
* 11,3% votariam em Palocci.
Aécio x Palocci no segundo turno
* 31,4% votariam em Aécio.
* 17,5% votariam em Palocci
Dilma e Marina no limite de rejeição
A pesquisa CNT/Sensus também revelou que a rejeição da ministra Dilma Rousseff e da senadora Marina Silva (PV-AC) está no limite.
* 37,6% dos entrevistados não votariam em Dilma.
* 39% não votariam em Marina.
Para o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, nenhum candidato é eleito quando sua rejeição chega à casa dos 40%.
Quem também ficou no limite é o candidato Ciro Gomes (PSB-CE). Heloísa Helena (PSol-AL) e Antônio Palocci (PT-SP) ultrapassaram a marca de 40%.
* 39,9% dos entrevistados não votariam em Ciro.
* 43% não votariam em Heloísa Helena.
* 45,8% não votariam em Antônio Palocci.
A dupla tucana, José Serra e Aécio Neves conta com a menor rejeição,
* 29,1% dos entrevistados não votariam em José Serra.
* 26,3% não votariam em Aécio Neves.
Único que votaria
Os entrevistados também foram questionados sobre o único candidato em que votariam. O resultado foi o seguinte:
* 20,2% tem Serra como único candidato.
* 11,3% tem Dilma.
* 7,7% tem Aécio.
* 5,5% tem Heloísa Helena.
* 4,9% tem Ciro Gomes.
* 3,9% tem Marina Silva.
* 1,9% tem Antônio Palocci

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

Movimento Pró-Serra.

setembro 10, 2009 · Deixe um comentário

Fabricio Faustina – Contato: www.psdbjovem.com.br

Após oito anos de era Lula, o PSDB deverá voltar a administrar o Brasil e, para isso, conta com três nomes de peso para concorrer à presidência da república em 2010: o governador de São Paulo, José Serra; o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e o ex-governador paulista, Geraldo Alckmin. Os três com bagagem administrativa e ética suficiente para fazer com que nosso país volte aos trilhos do desenvolvimento, da moralidade e probidade.

O governador José Serra desponta rumo ao planalto ao nomear Geraldo Alckmin seu secretário de estado, o qual, certamente, será um dos apoiadores de sua candidatura, restando agora, dois pré-candidatos, José Serra e Aécio Neves.

Com tudo isso, a esperança da juventude brasileira cresce a cada dia. Um exemplo disso foi a estruturação do “Movimento Pró Serra”, que em Santa Catarina engloba as juventudes do PSDB, PPS e DEM, protocolizando apoio à candidatura do governador paulista, fundamentando este apoio na origem do candidato que foi participante efetivo em movimentos estudantis, sempre batalhando pela democracia em plena ditadura militar e ainda em suas ações implementadas no governo do estado de São Paulo em favor da juventude, transformando sua administração na mais atuante na área.

José Serra ingressou na política sendo presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo em 1962/1963, transformando-se no ano seguinte em presidente da União Nacional dos Estudantes, a UNE.

Em seu primeiro exílio, Serra formou-se em economia, obtendo diploma de mestre na área pela Universidade do Chile, neste período também foi funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU).

Já no segundo exílio, Serra deslocou-se para os Estados Unidos, onde novamente formou-se como mestre em ciências econômicas e depois retornou ao Brasil, onde ajudou a fundar o PSDB, foi secretário no governo Montouro, deputado constituinte e, em 1994, foi eleito senador com a maior votação do Brasil, sendo chamado por Fernando Henrique Henrique para ser ministro de planejamento e, posteriormente, foi ministro da saúde. Em 2004, foi eleito prefeito de São Paulo e, em 2006, governador do seu estado.

E por tudo isso que o “Movimento Pró Serra” acredita que José Serra é o pré-candidato que reúne melhores condições de vencer o pleito de 2010 e governar o Brasil nos quatro anos seguintes, entretanto, deixa-se bem claro que, se Aécio for o escolhido pelo partido, a juventude também estará ao seu lado.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

Serra e Aécio em lua de mel

setembro 1, 2009 · Deixe um comentário

Tem cheiro de dobradinha no ar – José Serra para presidente da República e Aécio Neves para vice, ambos do PSDB.

Não confira a informação com os dois. Eles negarão. Serra responderá que não é candidato – ainda. Aécio dirá que é aspirante a candidato à vaga de Lula.

O clima entre os dois nunca esteve melhor. Serra agradece a ajuda da ministra Dilma Rousseff. Ela era a maior aliada da candidatura de Aécio.

Se Dilma continuasse crescendo em intenção de voto, cresceria também a possibilidade de Serra preferir disputar a reeleição para o governo de São Paulo. O campo estaria livre para Aécio sair candidato pelo PSDB.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

Serra culpa governo federal pelo aumento do desemprego.

março 30, 2009 · 1 Comentário

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), culpou o governo federal pelo aumento do desemprego no País causado, segundo ele, pela crise internacional, a falta de ações para melhorar o sistema de crédito e a manutenção da taxa de juros como a mais alta do planeta. “O governo federal não tomou as providências para melhorar o sistema de crédito no País, manteve a taxa de juros como a mais alta do mundo até agora e isso maximizou o efeito da crise, em relação à qual o Brasil tinha todas as condições para ser mais bem defendido”, disse.

PUBLICIDADE

Serra, que participou de inaugurações de obras viárias em rodovias na região de Ribeirão Preto (SP), afirmou que o governo paulista irá liberar 60 mil seguros-desemprego por meio do programa da Secretaria do Trabalho e Emprego do Estado em 2008. O governador voltou a comentar que a crise não irá reduzir os investimentos de R$ 20 bilhões programados para este ano, mas que as ações não irão evitar o aumento do desemprego no Estado. “São investimentos para defender o nível de emprego em São Paulo, mas não vai dar para contrabalançar”, comentou.

Uma das obras inauguradas hoje pelo governador, a duplicação do trecho entre Ribeirão Preto e Serrana da rodovia Abraão Assed (SP-333), já tinha sido liberada ao trânsito há seis meses. Serra disse que não tinha inaugurado a obra antes pelo fato de ela ter sido concluída durante a campanha eleitoral de 2008 e porque teve outros compromissos após as eleições. “Mas depois das eleição a gente tem comparecido aos lugares que ficou devendo”, concluiu.

Fonte: Agencia Estado

→ 1 ComentárioCategorias: Sem categoria

José Serra recebe manifesto da Juventude Pró-Serra.

março 24, 2009 · 3 Comentários

Com ou sem prévias Queremos Serra!

Os Coordenadores do Movimento Juventude Pró-Serra entregaram na última sexta-feira (20) pela manhã ao Governador de São Paulo, José Serra, o manifesto assinado pelas lideranças da JPS/SC, da JPSDB/SC e da JDEM/SC, e o folder do movimento que justifica a defesa pelas lideranças do nome do Governador de São Paulo como pré-candidato à presidência da Republica nas próximas eleições. O Governador de São Paulo agradeceu aos jovens e parabenizou as lideranças jovens dos três partidos que integram o Bloco Democrático e Reformista.

visita_jose_serra_sc_-_20_03_2009_-_foto_alessandro_bonassoli_8
Durante o almoço com a bancada do PSDB na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, contando também com a presença do vice-governador tucano Leonel Pavan, Serra enfatizou sobre o movimento: “a importância das juventudes partidárias devem ser valorizadas, e que devendo ser tratadas com um diferencial por parte dos partidos”.

Segundo os lideres do Movimento Juventude Pró-Serra, o contato direto com o Governador de São Paulo foi muito positivo, “isso nos estimula a fortalecer ainda mais o nosso posicionamento na defesa da pré-candidatura de José Serra” afirma Célio Kupkowski, um dos coordenadores do movimento.
Para Jefferson Fonseca, vice-presidente nacional da JPSDB e um dos coordenadores do Movimento Juventude Pró-Serra, ele disse que “esta ação (Juventude Pro Serra) mostra que devemos nacionalizar ainda mais as ações deste movimento, e que devemos formar um bloco das três juventudes, abrindo diálogo com setores de outros partidos que tem este desejo. Não apenas para esta movimentação, mas para termos uma intervenção conjunta nos movimentos sociais e em particular no estudantil”, destaca Fonseca.

José Serra ficou em Santa Catarina, até o final da tarde, partindo para São Paulo onde tinha audiência com a Presidente da Argentina Christina Kirshner.

dsc01258parablog
Foto: (Esq. para dir.) Celio Kupkowski (PPS), Jefferson Fonseca(PSDB), Gov. José Serra (PSDB), Bruno Negri (PSDB) e o Deputado Jean Carlo Tomellin(PSDB/SC)

→ 3 ComentáriosCategorias: Sem categoria

Deu no Diário Catarinense…

março 17, 2009 · Deixe um comentário

Kassab defende nome de Serra

DEM reúne a militância estadual na Capital

O DEM catarinense surpreendeu ontem. Pouco parecia o partido que, reza a lenda, tem amplo poder de bastidores e uma militância discreta.

Discrição foi o que menos se viu no CentroSul da Capital, onde grandes lideranças nacionais e estaduais do partido uniram-se em um encontro regional.

Militantes de todo o Estado compareceram, e, de modo vibrante, levantaram em uníssono o nome do senador Raimundo Colombo como pré-candidato do partido ao governo em 2010. Embora fosse visível a preocupação de lideranças – como o organizador do evento, deputado estadual Julio Garcia – em separar o caráter eleitoral, faixas com os dizeres “Colombo governador” e “João Rodrigues senador” estavam nas paredes do centro de eventos.

Com a presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, a reunião ampliada já havia sido marcada para o ano passado, com o objetivo de avaliar e celebrar resultados das eleições municipais. Foi transferida após a catástrofe climática de novembro.

6076414

– É um encontro estadual, o primeiro depois das eleições e estamos redimensionando o trabalho daqui para a frente. Todos sabem que temos um quadro já testado nas urnas, o de Raimundo Colombo, mas essa discussão será amadurecida quando a legislação permitir – disse Kassab.

A posição do DEM sobre a sucessão presidencial é definida: vai apoiar o candidato tucano a presidente. E mais: querem que ele seja o atual governador de São Paulo, José Serra.

– Minha posição é favorável ao Serra, mas temos que entender que é um direito do governador Aécio Neves (MG) pleitear sua candidatura – analisou Kassab.

Ao abrir os trabalhos, o ex-senador Jorge Bornhausen fez deferência tanto a Colombo como a Julio Garcia, como exemplos de lealdade, desde quando deixaram o governo do Estado para construir o então PFL.

(Fonte: DC – 17/03/2009)

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria

SEN. JARBAS DECLARA APOIO A SERRA

março 16, 2009 · Deixe um comentário

Jarbas Vasconcelos O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) negou hoje que possa sair candidato a vice-presidente numa chapa encabeçada pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na disputa pela Presidência da República em 2010, em uma eventual aliança PSDB-PMDB. Apesar de declarar apoio ao tucano em uma possível candidatura, Jarbas disse não ter nem 10% de apoio dentro do PMDB e “nem se quisesse” seria candidato a vice. Além disso, apesar das pesadas críticas que tem feito ao seu partido, que acusa de ser fisiológico, descartou a possibilidade de deixar a legenda, a despeito de se sentir desconfortável dentro dela.
“Não, é impossível (ser vice). Mesmo que pretendesse não posso ser porque eu não vou sair do PMDB e o partido não me apoia. Eu não tenho hoje nem 10% de adeptos dentro dele. Essa é uma tese que não prospera”, afirmou Jarbas, após participar de palestra Ética, Política e Cidadania, no 1º Encontro Estadual de Agentes Públicos, realizado pelo Instituto do Legislativo Paulista (ILP), em São Paulo. Embora tenha negado a disposição para ser vice de uma eventual candidatura Serra em 2010, o senador admitiu que tem sido sondado sobre a proposta. “Tenho sido perguntado pelas pessoas, têm uns querendo e imaginando. Essa é uma tese incogitável, é impossível.”
O senador pernambucano disse que apoiará o governador paulista caso Serra seja confirmado como candidato tucano à Presidência. “Eu defendo Serra. Acho que ele é uma pessoa preparada, um brasileiro capacitado e qualificado para governar o País”, afirmou. “Eu já estou articulando dentro do partido. O que eu puder puxar para Serra, eu puxo.”
Sem entrar na discussão a respeito da realização de prévias no PSDB, como deseja o governador mineiro Aécio Neves (PSDB), o senador descartou a hipótese de que Aécio deixe o PSDB e passe para o PMDB com o objetivo de disputar as eleições presidenciais de 2010. “Eu não acredito. Se Aécio quer ser candidato a presidente da República, ele não vai entrar em uma legenda que não tem unidade, que não tem conduta uniforme. Como é que ele pode sair do PSDB para vir ao PMDB, onde ele não terá segurança se vai sair como candidato”, afirmou.
Quércia
Jarbas participou hoje do debate ao lado do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e do presidente do PMDB paulista, o ex-governador Orestes Quércia. Questionado, o senador negou que Quércia se encaixe no perfil dos integrantes do PMDB, que criticou justamente por estarem atrás apenas de cargos. “Não, ele (Quércia), pelo que sei, está em oposição ao presidente da República exatamente porque não concorda com o PMDB, com o toma-lá-dá-cá. Por isso, o PMDB de São Paulo é dissidente. Esta é a versão que tenho ouvido”, respondeu.
Perguntado sobre se Quércia não fazia, com o governo de São Paulo, o mesmo jogo que a maior parte do PMDB faz com o governo federal, o senador afirmou: “O PSDB deu cargo para eles aqui? Eu não sei”, disse. “O PMDB de São Paulo, Orestes Quércia me disse na última vez que estive aqui na campanha municipal, vai apoiar Serra” em 2010, afirmou Jarbas.
Sem se referir à disputa municipal de 2008 na capital paulista, em que PT e PSDB duelaram pelo apoio do PMDB visando obter o maior tempo de campanha na televisão e no rádio, o senador também não fez referência ao fato da atual vice-prefeita de São Paulo, Alda Marco Antônio (PMDB), e diversos membros de seu partido integrarem cargos na prefeitura da cidade.
Fonte: Ag. Estado

→ Deixe um ComentárioCategorias: Sem categoria